{
  "version": 64,
  "source": {
    "authors": "Marcel Fantin; Matheus de Souza Oliveira da Veiga",
    "title": "Parque Patricios: tecnopolíticas da inovação, renovação urbana e cidade-empresa em Buenos Aires",
    "subtitle": "Distrito tecnológico, mercado imobiliário, trabalho digital e desigualdade urbana no sul portenho",
    "year": 2026,
    "publisher": "IAU/USP",
    "city": "São Carlos",
    "pdf": "docs/fontes/parque-patricios-cidade-empresa.pdf",
    "catalog": "https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1928",
    "doi": "10.11606/9788566624694",
    "isbn": "978-85-66624-69-4",
    "pdfPages": 360
  },
  "method": "Síntese editorial de quadros e capítulos do livro, distinguindo evidência documental, interpretação e questões para investigação. Diagramas qualitativos não medem impactos. O cadastro de empresas é uma fonte independente e preserva todos os registros do anexo.",
  "panels": [
    {
      "id": "camadas",
      "short": "Um bairro, muitas leituras",
      "title": "O mesmo chão. Muitas cidades.",
      "intro": "O distrito se instala sobre um território de trabalho, moradia, cuidado e cultura. Sobreponha as duas lentes e depois selecione uma perspectiva para perceber como diferentes atores definem o mesmo lugar.",
      "pages": "15–18, 350–352",
      "material": "Quadro “Narrativas em disputa” e síntese das camadas do território",
      "label": "01 / Um bairro, muitas leituras"
    },
    {
      "id": "mecanismo",
      "short": "Como se produz um distrito",
      "title": "A inovação também é uma operação urbana.",
      "intro": "Lei, incentivos, infraestrutura, imóveis e marca territorial atuam em conjunto. Percorra o circuito para entender o papel dos instrumentos públicos e dos atores que transformam o bairro em endereço de investimento.",
      "pages": "39–58, 319–323, 342",
      "material": "Cartografia de atores e quadro das ideias-força sobre Estado e incentivos",
      "label": "02 / Como se produz um distrito"
    },
    {
      "id": "moradia",
      "short": "O direito de permanecer",
      "title": "Para o mercado, um ativo. Para as famílias, casa.",
      "intro": "A Casa Santa Cruz ocupa um edifício da antiga SELSA. Sua trajetória permite acompanhar a passagem do trabalho industrial à moradia popular e à disputa pela permanência.",
      "pages": "80–86",
      "material": "Síntese editorial do capítulo 6: Casa Santa Cruz, SELSA e moradia",
      "label": "03 / O direito de permanecer"
    },
    {
      "id": "edificios",
      "short": "A paisagem da promessa",
      "title": "Tijolo, vidro e os sentidos da renovação.",
      "intro": "Fotografias da pesquisa aproximam mercado, arquitetura e trabalho. Escolha uma imagem e alterne entre o que se vê, a interpretação dos autores e a pergunta que a imagem abre.",
      "pages": "91–92, 103–118, 123–131",
      "material": "Fotografias e síntese editorial dos capítulos sobre escritórios e memória",
      "label": "04 / A paisagem da promessa"
    },
    {
      "id": "trabalho",
      "short": "Talento, trabalho e acesso",
      "title": "Estar perto é conseguir participar?",
      "intro": "A chegada de empresas não elimina as distâncias sociais. Os quadros sobre escola, trabalho e dependência digital ajudam a distinguir acesso ao emprego, condições de trabalho e autonomia tecnológica.",
      "pages": "343, 347–348, 352",
      "material": "Quadros de sojware, trabalho TIC, escola e correções das entrevistas",
      "label": "05 / Talento, trabalho e acesso"
    },
    {
      "id": "mobilidade",
      "short": "Conectar e valorizar",
      "title": "Uma infraestrutura. Efeitos que coexistem.",
      "intro": "A Linha H amplia a mobilidade e participa da valorização urbana. O livro aproxima essa dupla função da Via Verde, em São José dos Campos, preservando as diferenças entre os dois casos.",
      "pages": "198–200, 206–222",
      "material": "Síntese editorial dos capítulos 17–19 e comparação da figura 24",
      "label": "06 / Conectar e valorizar"
    },
    {
      "id": "criatividade",
      "short": "Quem faz a cidade criativa",
      "title": "O bairro já sabia criar.",
      "intro": "Os Pompapetriyasos fazem da memória e da participação uma prática cultural. O contraste com a criatividade mobilizada para atrair investimentos abre diferentes maneiras de reconhecer o valor produzido no território.",
      "pages": "243–248, 350, 352",
      "material": "Quadro de memória e comunidade, com o capítulo do teatro comunitário",
      "label": "07 / Quem faz a cidade criativa"
    },
    {
      "id": "proximidade",
      "short": "Vizinhança ou cooperação",
      "title": "Compartilhar endereço não prova um ecossistema.",
      "intro": "Cinco formas de proximidade ajudam a perguntar o que os atores fazem juntos. O trabalho remoto acrescenta outra questão: o que permanece do distrito quando a presença diária diminui?",
      "pages": "155–164, 252–255, 336, 345, 352",
      "material": "Quadro de empresas e pós-pandemia, verbetes e discussão sobre proximidade",
      "label": "08 / Vizinhança ou cooperação"
    }
  ],
  "layers": [
    [
      "Trabalho industrial e serviços",
      "trabalho",
      "Empresas TIC e escritórios"
    ],
    [
      "Moradia, escola e cuidado",
      "acesso",
      "Instituições e infraestrutura"
    ],
    [
      "Clubes, teatro e memória",
      "sentido",
      "Talento e marca territorial"
    ],
    [
      "Vínculos e permanência",
      "uso do solo",
      "Imóveis e expectativas de valor"
    ]
  ],
  "voices": [
    {
      "id": "comunitaria",
      "label": "Comunitária",
      "actors": "Moradores, Manuel Vila e Pompapetriyasos",
      "definition": "Um bairro vivo, histórico, cultural e em disputa.",
      "emphasis": "Memória, pertencimento, práticas populares e permanência.",
      "question": "Como reconhecer o território vivido quando a imagem pública do bairro passa a privilegiar a marca tecnológica?",
      "nuance": "O quadro de correções reconhece melhorias urbanas percebidas pelos moradores; a experiência comunitária não se reduz à recusa da transformação.",
      "map": "pompapetriyasos",
      "originalLabel": "Narrativa comunitária"
    },
    {
      "id": "oficial",
      "label": "Gestão pública",
      "actors": "Pirovano, Florencia Cambre e gestores públicos",
      "definition": "Uma política de desenvolvimento econômico e revitalização do sul.",
      "emphasis": "Incentivos, infraestrutura, empresas, talentos e imagem urbana.",
      "question": "Como a valorização e os investimentos se convertem em moradia, escola e benefícios para os moradores?",
      "nuance": "As entrevistas registram a intenção de desenvolver o sul, além da produção de oportunidades imobiliárias.",
      "map": "sede-gcba",
      "originalLabel": "Narrativa oficial"
    },
    {
      "id": "empresarial",
      "label": "Empresarial",
      "actors": "Empresas TIC e empresários locais; o quadro cita Accenture, G&L, CTL, EXO e Coradir",
      "definition": "Uma oportunidade de localização, benefícios fiscais, crédito e acesso a trabalhadores.",
      "emphasis": "Custos, imóveis, mercado, capacitação e mão de obra qualificada.",
      "question": "Quais relações de cooperação existem para além do compartilhamento de um endereço e de incentivos?",
      "nuance": "A p. 352 registra iniciativas pontuais de formação e parcerias; os perfis produtivos das empresas são heterogêneos.",
      "map": null,
      "originalLabel": "Narrativa empresarial"
    },
    {
      "id": "imobiliaria",
      "label": "Imobiliária",
      "actors": "Puebla, incorporadoras, brokers e consultorias",
      "definition": "Um novo submercado corporativo e uma frente de valorização.",
      "emphasis": "Galpões, terrenos, escritórios, aluguéis, vacância e crédito.",
      "question": "O que acontece com os usos, os moradores e a memória quando o bairro é traduzido em oportunidades imobiliárias?",
      "nuance": "Melhorias físicas e pressões sobre a permanência podem coexistir; o quadro não mede a contribuição causal de cada empresa.",
      "map": "hit8",
      "originalLabel": "Narrativa imobiliária"
    },
    {
      "id": "academica",
      "label": "Universitária",
      "actors": "ITBA, Roces e instituições educativas",
      "definition": "Uma possibilidade de articular formação, pesquisa e empresas.",
      "emphasis": "Conhecimento, talentos, inovação e transferência tecnológica.",
      "question": "Como a presença universitária se traduz em projetos conjuntos e integração com escolas e comunidade?",
      "nuance": "Presença institucional e pesquisa cooperativa são dimensões distintas, que exigem evidências próprias.",
      "map": "itba",
      "originalLabel": "Narrativa acadêmica"
    },
    {
      "id": "trabalhista",
      "label": "Trabalhista",
      "actors": "Unión Informática e trabalhadores TIC",
      "definition": "Um campo de trabalho atravessado por salários, flexibilidade e conflito.",
      "emphasis": "Organização coletiva, teletrabalho, terceirização, jornada e rotatividade.",
      "question": "Que condições de trabalho permanecem pouco visíveis sob a linguagem do glamour e da autonomia?",
      "nuance": "As entrevistas também reconhecem oportunidades e remunerações diferenciadas em determinadas áreas.",
      "map": null,
      "originalLabel": "Narrativa trabalhista"
    },
    {
      "id": "educacional",
      "label": "Educacional",
      "actors": "Escola Técnica e Fundación Empujar",
      "definition": "Uma promessa de inclusão cuja realização exige mediação.",
      "emphasis": "Estágios, formação, habilidades, juventude e acesso ao primeiro emprego.",
      "question": "Quem constrói e sustenta a ponte entre as escolas do território e as oportunidades do distrito?",
      "nuance": "Programas de empregabilidade existem, mas o livro questiona sua escala e continuidade.",
      "map": null,
      "originalLabel": "Narrativa educacional"
    },
    {
      "id": "dependencia",
      "label": "Autonomia tecnológica",
      "actors": "Alfredo Moreno e Verónica Tenaglia",
      "definition": "Uma política local limitada diante da dependência digital.",
      "emphasis": "Produtos próprios, soberania, plataformas, Estado e a categoria crítica de sojware.",
      "question": "Quem controla a tecnologia, a propriedade intelectual e os retornos do conhecimento produzido?",
      "nuance": "EXO e Coradir são apontadas como experiências que impedem reduzir todo o distrito a serviços subordinados.",
      "map": null,
      "originalLabel": "Narrativa crítica da dependência"
    }
  ],
  "mechanisms": [
    {
      "id": "lei",
      "label": "Delimitar",
      "title": "Lei e perímetro",
      "actors": "Legislatura e Governo da Cidade",
      "role": "A Lei 2.972, de 2008, institui o território de promoção e define as atividades incentivadas. A delimitação torna uma parte da cidade legível como distrito tecnológico.",
      "tension": "A fronteira de incentivo econômico não coincide com todas as relações sociais, necessidades e identidades do bairro.",
      "question": "Quais usos passam a ser promovidos e quais dependem de outras políticas?",
      "pages": "39–47, 319, 342",
      "map": null
    },
    {
      "id": "incentivos",
      "label": "Atrair",
      "title": "Benefícios e crédito",
      "actors": "Governo, registro de empresas e Banco Ciudad",
      "role": "Incentivos fiscais e instrumentos de financiamento reduzem custos e riscos de localização. O livro os identifica como elementos centrais da atração empresarial.",
      "tension": "Atração e permanência fiscal não comprovam inovação tecnológica, inclusão produtiva ou retorno redistributivo.",
      "question": "Como avaliar o retorno público dos incentivos para além do número de registros?",
      "pages": "39–47, 319–321, 342–345",
      "map": "sede-gcba"
    },
    {
      "id": "infraestrutura",
      "label": "Conectar",
      "title": "Obras e instituições",
      "actors": "Transporte, governo, universidades e equipamentos",
      "role": "A ampliação de acessos e a presença institucional tornam o território mais atrativo e visível. A Linha H tem história anterior ao distrito e passa a integrar sua narrativa.",
      "tension": "Melhorias de mobilidade servem diversos usuários e também podem reforçar a valorização de localizações específicas.",
      "question": "Quem acessa os equipamentos e quem pode permanecer no entorno valorizado?",
      "pages": "144–154, 198–200, 319–320",
      "map": "subte-hospitales"
    },
    {
      "id": "imoveis",
      "label": "Converter",
      "title": "Galpões e escritórios",
      "actors": "Proprietários, incorporadoras, brokers e consultorias",
      "role": "Imóveis industriais, terrenos e edifícios passam a compor um novo submercado corporativo. Tipologias, vacância e aluguel pedido reorganizam a leitura econômica do bairro.",
      "tension": "Um imóvel descrito como oportunidade pode também sustentar memória, trabalho, cuidado e moradia.",
      "question": "Como se reconhecem os usos sociais na transformação do patrimônio construído?",
      "pages": "48–58, 91–113, 321–322",
      "map": "hit8"
    },
    {
      "id": "marca",
      "label": "Narrar",
      "title": "Talento e imagem urbana",
      "actors": "Gestores, imprensa, empresas e agentes de promoção",
      "role": "A linguagem da inovação associa o bairro a futuro, criatividade e oportunidade. Arquitetura e espaços de trabalho materializam parte dessa promessa.",
      "tension": "A marca tecnológica pode tornar menos visíveis as práticas culturais e as capacidades que já existiam no território.",
      "question": "Quem participa da definição pública do que é criatividade e desenvolvimento?",
      "pages": "114–131, 224–233, 342, 350",
      "map": "pompapetriyasos"
    },
    {
      "id": "governanca",
      "label": "Articular",
      "title": "Cooperação e decisão",
      "actors": "Estado, empresas, universidades, escolas e comunidade",
      "role": "A presença de atores abre possibilidades de formação e colaboração. A análise do livro pergunta por projetos, redes e instituições capazes de sustentar essas relações.",
      "tension": "A composição de uma Tríplice Hélice pode permanecer sobretudo uma imagem se as relações efetivas forem frágeis.",
      "question": "Quais projetos comuns e mecanismos de participação demonstram a cooperação?",
      "pages": "144–164, 319–323, 345–348",
      "map": "itba"
    }
  ],
  "housing": [
    {
      "id": "industria",
      "period": "Até os anos 1990",
      "title": "A materialidade industrial",
      "text": "O conjunto vinculado à SELSA pertence à história têxtil e operária. Após a falência nos anos 1990, edifícios e instalações assumem trajetórias distintas.",
      "reading": "A desindustrialização deixa estruturas, mas seus destinos não estão predeterminados. A antiga materialidade fabril passa a ser disputada.",
      "question": "Quem define o futuro dos espaços que perdem a função industrial?",
      "pages": "80–82"
    },
    {
      "id": "casa",
      "period": "A partir de 2002",
      "title": "O edifício torna-se casa",
      "text": "Famílias em emergência habitacional recuperam o antigo Edificio de Asistencia Social como moradia. O prédio passa a ser conhecido como Casa Santa Cruz.",
      "reading": "O livro interpreta a ocupação e recuperação como produção social da moradia: abrigo, cuidado, vizinhança e organização coletiva.",
      "question": "Que formas de trabalho e de cuidado tornam um imóvel aparentemente ocioso um lugar de vida?",
      "pages": "80–82"
    },
    {
      "id": "disputa",
      "period": "2010 em diante",
      "title": "Propriedade e permanência",
      "text": "O livro registra a venda em leilão em 2010 e o início de um processo judicial de desocupação. A disputa se prolonga em um entorno de crescente interesse imobiliário.",
      "reading": "A análise articula a situação jurídica do imóvel às pressões de valorização. A proximidade espacial com empresas, isoladamente, não demonstra responsabilidade causal.",
      "question": "Como proteger a permanência quando a localização ganha novo valor econômico?",
      "pages": "82–83"
    },
    {
      "id": "cooperativa",
      "period": "2014; relatos de 2019 e 2022",
      "title": "Organização por uma solução",
      "text": "As famílias organizam a Cooperativa Papa Francisco em 2014. Reportagens de 2019 e 2022, discutidas pelo livro, registram 106 famílias sob ameaça de despejo e a busca de regularização e crédito.",
      "reading": "A cooperativa transforma a vulnerabilidade em reivindicação coletiva por permanência. O livro contrasta as dificuldades habitacionais com a capacidade de promoção empresarial.",
      "question": "A renovação inclui recursos e instrumentos para quem já vive no território?",
      "pages": "83–86"
    }
  ],
  "photos": [
    {
      "id": "caseros",
      "name": "O bairro como mercado",
      "file": "assets/pp-v64/caseros.jpeg",
      "page": 91,
      "credit": "Foto: Marcel Fantin, Buenos Aires, 2022.",
      "alt": "Fachada comercial no eixo da Avenida Caseros com anúncios de locação.",
      "object": "Anúncios de locação e novas fachadas mostram a presença do mercado imobiliário na paisagem cotidiana da Avenida Caseros.",
      "reading": "O livro analisa a constituição de um submercado corporativo. A linguagem do investimento passa a classificar o bairro por estoque, vacância, localização e preço.",
      "question": "Quais usos são reconhecidos por essas métricas e quais permanecem fora delas?",
      "pages": "91–102",
      "map": null
    },
    {
      "id": "hit",
      "name": "A memória incorporada",
      "file": "assets/pp-v64/edificio.jpeg",
      "page": 107,
      "credit": "Foto: Marcel Fantin, Buenos Aires, 2022.",
      "alt": "Edifício que combina base de tijolos e superfícies envidraçadas, apresentado no capítulo sobre HIT 8.",
      "object": "Tijolos, fachadas recompostas e uma nova pele de vidro convivem no edifício apresentado na discussão de HIT 8.",
      "reading": "A reutilização da materialidade industrial pode preservar referências e produzir distinção imobiliária. Preservação de formas e permanência de sujeitos são questões diferentes.",
      "question": "Que memória é conservada quando a fábrica se transforma em produto corporativo?",
      "pages": "107–110, 123–131",
      "map": "hit8"
    },
    {
      "id": "workplace",
      "name": "O trabalho como experiência",
      "file": "assets/pp-v64/workplace.jpeg",
      "page": 114,
      "credit": "Foto: Marcel Fantin, Buenos Aires, 2022.",
      "alt": "Ambiente corporativo com trabalhadores, mesas e mobiliário informal de convivência.",
      "object": "Mobiliário informal, iluminação e áreas compartilhadas compõem a imagem de um ambiente de trabalho flexível e acolhedor.",
      "reading": "Os autores investigam como o espaço corporativo organiza pertencimento, comportamento e valorização. A aparência do escritório não informa, por si, salários ou condições de trabalho.",
      "question": "Como confrontar a promessa de bem-estar com a experiência concreta dos trabalhadores?",
      "pages": "114–122, 177–185",
      "map": null
    },
    {
      "id": "caseros-edificio",
      "name": "A nova frente corporativa",
      "file": "assets/pp-v64/caseros-edificio.jpeg",
      "page": 92,
      "credit": "Foto: Marcel Fantin, Buenos Aires, 2022.",
      "alt": "Edifício envidraçado e circulação de pessoas no eixo da Avenida Caseros.",
      "object": "Um volume corporativo envidraçado participa da transformação do eixo Caseros, em meio à circulação e aos usos cotidianos.",
      "reading": "A nova arquitetura não ocupa uma cidade vazia. Ela passa a dividir ruas, acessos e significados com a vida anterior e contemporânea do bairro.",
      "question": "Como as novas fachadas se relacionam com a rua, os moradores e o comércio local?",
      "pages": "91–92, 103–118",
      "map": null
    }
  ],
  "typologies": [
    {
      "name": "Galpão reciclado",
      "text": "Adapta a estrutura industrial e mobiliza sua materialidade. A permanência da forma não garante a continuidade do uso ou dos sujeitos."
    },
    {
      "name": "Edifício corporativo",
      "text": "Plantas livres, conectividade e serviços combinam espaço de trabalho e argumento de mercado."
    },
    {
      "name": "Escritório flexível",
      "text": "Espaços compartilhados, encontros e experiência ganham centralidade na reconfiguração pós-pandemia."
    }
  ],
  "access": [
    {
      "id": "escola",
      "name": "Escola e formação",
      "short": "Conhecimento se constrói em trajetórias.",
      "text": "A escola técnica entrevistada relata uma integração frágil com o distrito. O quadro da p. 348 desloca o foco da atração de talentos para sua formação no próprio território.",
      "evidence": "Escola Técnica e Fundación Empujar: parcerias e estágios pontuais, sem integração estrutural proporcional à presença empresarial.",
      "question": "Quais compromissos duradouros conectam escola, universidade e empresas?",
      "pages": "186–195, 348",
      "map": null
    },
    {
      "id": "digital",
      "name": "Condições de acesso digital",
      "short": "Dispositivos, conexão e apropriação.",
      "text": "O livro distingue acesso à internet, qualidade de uso e capacidade de transformar tecnologia em estudo, produção e direitos. A conectividade corporativa não elimina a brecha digital.",
      "evidence": "A abordagem inclui escolaridade, renda, dispositivos, competências e mediação; não se resume à presença de redes no bairro.",
      "question": "Que condições materiais e pedagógicas permitem usar a tecnologia com autonomia?",
      "pages": "234–242, 338",
      "map": null
    },
    {
      "id": "repertorio",
      "name": "Repertórios e tempo",
      "short": "Inglês, programação e redes.",
      "text": "As entrevistas destacam conhecimentos e repertórios distribuídos de forma desigual. Inglês, comunicação, formação de qualidade e redes profissionais dependem de trajetórias sociais.",
      "evidence": "O quadro do trabalho e o quadro da escola tratam o capital cultural como condição de entrada na economia digital.",
      "question": "Quem consegue sustentar tempo, renda e apoio para aprender continuamente?",
      "pages": "347–348",
      "map": null
    },
    {
      "id": "pontes",
      "name": "Pontes de entrada",
      "short": "Estágios, bolsas e acompanhamento.",
      "text": "Programas de formação e empregabilidade demonstram que a inclusão precisa ser construída. O livro reconhece iniciativas existentes e questiona sua escala e continuidade.",
      "evidence": "Cursos, contratação de alunos, mentorias e orientação aparecem em experiências empresariais e de organizações como Empujar.",
      "question": "Como transformar oportunidades pontuais em trajetórias acessíveis e acompanhadas?",
      "pages": "345, 348, 352",
      "map": null
    },
    {
      "id": "direitos",
      "name": "Trabalho e permanência",
      "short": "Entrar, aprender e ter direitos.",
      "text": "O acesso ao emprego não encerra a análise. Salário, jornada, atualização, terceirização, gênero e representação coletiva também compõem a experiência do trabalho digital.",
      "evidence": "Unión Informática e trabalhadores introduzem conflito e organização coletiva na leitura da economia do conhecimento.",
      "question": "Que condições permitem permanecer no trabalho com proteção e voz coletiva?",
      "pages": "177–185, 347–348",
      "map": null
    }
  ],
  "labor": [
    {
      "name": "Flexibilidade",
      "promise": "Trabalhar com maior autonomia e reduzir deslocamentos.",
      "tension": "O remoto também pode transferir custos, fragmentar equipes e dificultar vínculos coletivos."
    },
    {
      "name": "Talento",
      "promise": "Empregos qualificados e oportunidades em atividades digitais.",
      "tension": "Repertórios, formação e redes são desiguais; empresas disputam trabalhadores e enfrentam rotatividade."
    },
    {
      "name": "Bem-estar",
      "promise": "Ambientes lúdicos, benefícios e espaços de convivência.",
      "tension": "A cultura corporativa precisa ser confrontada com salário, jornada, representação e experiência cotidiana."
    }
  ],
  "valuePaths": [
    {
      "name": "Serviços e adaptação",
      "items": [
        "Programação e projetos sob demanda",
        "Implementação, suporte e BPO",
        "Integração a cadeias e plataformas externas"
      ],
      "question": "Quanto valor, capacidade e poder de decisão ficam no território?",
      "reading": "A categoria crítica de sojware interroga uma inserção digital dinâmica que pode permanecer dependente. Não classifica automaticamente cada empresa de software."
    },
    {
      "name": "Capacidades e autonomia",
      "items": [
        "Produtos e tecnologias próprios",
        "Pesquisa, formação e compras públicas",
        "Controle estratégico de conhecimento e plataformas"
      ],
      "question": "Que políticas e relações ampliam a capacidade de definir tecnologias?",
      "reading": "O livro aponta EXO e Coradir como experiências que qualificam a crítica e demonstram a heterogeneidade produtiva do distrito."
    }
  ],
  "mobility": [
    {
      "id": "linha-h",
      "name": "Linha H",
      "place": "Buenos Aires",
      "type": "Metrô e rede metropolitana",
      "access": "As estações aproximam moradores, estudantes, trabalhadores e usuários dos hospitais da rede de transporte. O benefício público não se restringe às empresas TIC.",
      "value": "A proximidade às estações torna-se atributo de localização e argumento de promoção dos edifícios. O eixo Caseros ganha centralidade e expectativas de investimento.",
      "limit": "No recorte das fontes de 2019 discutidas pelo livro, as extensões a Sáenz, Retiro e Villa 31 permaneciam incompletas ou controversas. São discussões de alcance da rede, não trechos desenhados como implantados nem verificação de sua situação atual.",
      "history": "1999: base legal da linha · 2007: trecho Once–Caseros · 2011: Parque Patricios · 2013: Hospitales. A Linha H antecede o distrito, criado em 2008.",
      "pages": "198–200, 206–214, 217",
      "map": "subte-hospitales"
    },
    {
      "id": "via-verde",
      "name": "Via Verde",
      "place": "São José dos Campos",
      "type": "Eixo de mobilidade e paisagem",
      "access": "O livro discute a promessa de qualificação da mobilidade e do espaço urbano em um eixo associado à cidade tecnológica. A pergunta é como ampliar o acesso dos grupos vulneráveis.",
      "value": "Paisagem, sustentabilidade e conexão com centralidades tecnológicas podem funcionar como atributos de valorização. O capítulo propõe examinar quem recebe esses benefícios.",
      "limit": "A comparação é analítica. Não equipara modais, extensão, público ou impactos, nem fornece uma medição causal comum para os dois casos.",
      "history": "Outro contexto, outra infraestrutura: o livro relaciona mobilidade, paisagem, Parque Tecnológico e disputas por centralidade em São José dos Campos.",
      "pages": "215–222",
      "map": null
    }
  ],
  "culture": [
    {
      "id": "quem",
      "question": "Quem é reconhecido como criador?",
      "communityTitle": "Talentos que já habitam o bairro",
      "community": "Vizinhos, clubes e coletivos produzem dramaturgia, música, memória, organização e cultura cotidiana.",
      "enterpriseTitle": "Talentos que a cidade quer atrair",
      "enterprise": "A política mobiliza trabalhadores qualificados e atividades criativas como fatores de competitividade e atração.",
      "pages": "245–247, 350"
    },
    {
      "id": "valor",
      "question": "Que valor a criatividade produz?",
      "communityTitle": "Vínculos, memória e capacidade coletiva",
      "community": "O valor social aparece no pertencimento, na participação e na capacidade de narrar e enfrentar problemas comuns.",
      "enterpriseTitle": "Diferenciação, marca e investimento",
      "enterprise": "A criatividade pode tornar lugares, empresas e edifícios mais desejáveis e competitivos no mercado.",
      "pages": "246–247"
    },
    {
      "id": "territorio",
      "question": "Que relação se constrói com o território?",
      "communityTitle": "Um lugar de vida e reconhecimento",
      "community": "O bairro é feito de histórias compartilhadas, permanência e relações de vizinhança que entram em cena.",
      "enterpriseTitle": "Uma localização e uma imagem pública",
      "enterprise": "O território é apresentado por seus atributos de acesso, serviços, talentos e oportunidades de investimento.",
      "pages": "243–248, 350–351"
    },
    {
      "id": "participacao",
      "question": "Quem pode narrar a transformação?",
      "communityTitle": "Moradores como sujeitos narradores",
      "community": "O teatro comunitário elabora a experiência urbana com seus participantes, produzindo um conhecimento sensível do lugar.",
      "enterpriseTitle": "Agentes que promovem o distrito",
      "enterprise": "Gestores e operadores econômicos constroem narrativas sobre desenvolvimento, inovação e reposicionamento urbano.",
      "pages": "246–248, 350–352"
    }
  ],
  "proximities": [
    {
      "id": "geografica",
      "name": "Geográfica",
      "short": "Estar perto",
      "text": "Compartilhar um território pode facilitar encontros e circulação. O mapa mostra posições e distâncias; não demonstra troca de conhecimento.",
      "evidence": "Endereços, acessos e deslocamentos são evidências espaciais. A concentração de pontos permite observar aglomeração.",
      "question": "Quem se encontra, com que frequência e para fazer o quê?",
      "pages": "155–164, 336"
    },
    {
      "id": "cognitiva",
      "name": "Cognitiva",
      "short": "Compartilhar saberes",
      "text": "Linguagens, conhecimentos e problemas próximos podem sustentar aprendizagem. Empresas vizinhas podem atuar em atividades que pouco dialogam.",
      "evidence": "Projetos e processos de aprendizagem ajudam a verificar a circulação de conhecimento. O setor cadastrado, isoladamente, não basta.",
      "question": "Quais conhecimentos são efetivamente compartilhados?",
      "pages": "155–164, 336"
    },
    {
      "id": "social",
      "name": "Social",
      "short": "Construir confiança",
      "text": "Relações continuadas e confiança podem favorecer colaboração. Cafés, eventos e áreas comuns oferecem possibilidades, mas não constituem prova de cooperação.",
      "evidence": "Parcerias recorrentes, redes e trajetórias de colaboração são mais informativas que a aparência de sociabilidade.",
      "question": "Que relações persistem para além do evento ou do encontro ocasional?",
      "pages": "155–164, 336, 345"
    },
    {
      "id": "organizacional",
      "name": "Organizacional",
      "short": "Trabalhar em conjunto",
      "text": "Coordenação, rotinas e objetivos compartilhados permitem transformar contato em projetos. A colaboração depende de formas concretas de organização.",
      "evidence": "Projetos conjuntos, equipes, recursos e resultados podem documentar relações entre os atores.",
      "question": "Como se dividem tarefas, decisões, custos e resultados?",
      "pages": "155–164, 336"
    },
    {
      "id": "institucional",
      "name": "Institucional",
      "short": "Sustentar regras comuns",
      "text": "Normas, instituições e compromissos podem estabilizar a cooperação. Ter o mesmo benefício fiscal não assegura uma governança compartilhada.",
      "evidence": "Acordos, financiamento, instituições de apoio e participação ajudam a examinar a continuidade das relações.",
      "question": "Quem define as prioridades e mantém os compromissos ao longo do tempo?",
      "pages": "144–164, 336, 345"
    }
  ],
  "postPandemic": {
    "changed": "O trabalho remoto e híbrido reduziu a necessidade de presença diária. Escritórios passaram a ser reorganizados como espaços de encontro, formação e cultura corporativa.",
    "persisted": "Benefícios fiscais, contratos, marca e patrimônio continuaram a dar valor ao endereço. A diminuição da presença não significou o desaparecimento do distrito.",
    "qualification": "Síntese do capítulo 23 e dos quadros das entrevistas. Não é uma medição de ocupação atual dos escritórios.",
    "pages": "252–255, 345, 352"
  },
  "cadastroProfile": {
    "recordCount": 306,
    "fieldCount": 19,
    "uniqueCoordinates": 185,
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    "categoryCounts": {
      "sector": {
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      "origen": {
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      "barrio": {
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      "año_de_i": {
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        "Previo Ley 2972": 10,
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    },
    "dictionaryDifferences": [
      "O dicionário online descreve jurisdicci como sempre CABA; o anexo contém CABA (300), OTRA (3) e vazio (3). Os valores do arquivo foram mantidos.",
      "O dicionário online descreve comuna como inteiro; o anexo usa campo de caracteres com Comuna 4 e Comuna 5. Não houve coerção.",
      "Os nomes codigo_pos e codigo_p_1 do SHP correspondem aos campos de código postal numérico e CPA do recurso tabular; os nomes do anexo não foram renomeados.",
      "Um registro contém Agosto 2016 em calle2, campo descrito como rua secundária. O valor foi preservado sem correção ou transferência para outro campo."
    ],
    "nonNumericDbfValues": [
      {
        "sourceRow": 253,
        "field": "codigo_pos",
        "originalText": "************************",
        "interpretation": "Marcador não numérico em campo N; convertido em null, preservando o texto original."
      },
      {
        "sourceRow": 288,
        "field": "codigo_pos",
        "originalText": "************************",
        "interpretation": "Marcador não numérico em campo N; convertido em null, preservando o texto original."
      }
    ],
    "source": {
      "title": "Empresas del Distrito Tecnológico · arquivo SHP fornecido",
      "provider": "Buenos Aires Data · Governo da Cidade Autônoma de Buenos Aires",
      "datasetUrl": "https://data.buenosaires.gob.ar/pt_BR/dataset/empresas-distrito-tecnologico",
      "dictionaryUrl": "https://data.buenosaires.gob.ar/cs_CZ/dataset/empresas-distrito-tecnologico/resource/juqdkmgo-931-resource",
      "originalArchive": "docs/fontes/empresas-distrito-tecnologico-original.zip",
      "scope": "Distrito Tecnológico · Parque Patricios, Boedo e Nueva Pompeya",
      "observationDate": null,
      "temporalNote": "Data de observação não confirmada para o arquivo fornecido. Endereços, setores e situações descrevem este cadastro; não comprovam a situação atual de cada empresa.",
      "dateFieldNote": "O dicionário oficial descreve fecha_de_i, año_de_i e mes_de_i como início de atividades. Os textos originais foram preservados; esses campos não datam a observação do cadastro.",
      "technicalDate": "2019-08-15",
      "technicalDateNote": "Data de gravação indicada pelo cabeçalho DBF. Não foi tratada como data de levantamento, atualização observacional ou situação das empresas.",
      "dictionaryAccessed": "2026-11-06",
      "downloadNote": "As exportações contêm os 306 registros do anexo, inclusive nomes repetidos e coordenadas compartilhadas. Nenhuma deduplicação foi aplicada."
    }
  },
  "editorialNotes": [
    "Bairro vivido e distrito promovido são lentes analíticas; não separam pessoas, espaços ou épocas em blocos homogêneos.",
    "As oito narrativas condensam o quadro da p. 351 e as qualificações da p. 352. São interpretações dos autores, não transcrições literais das entrevistas.",
    "Casa Santa Cruz e SELSA referem-se a camadas do mesmo conjunto. Não se infere a situação atual das famílias a partir de reportagens de 2019 e 2022.",
    "A fotografia de escola da p. 186 possui legenda genérica; não foi identificada como Fuentealba nem como Dolores Lavalle.",
    "Os números de empresas de balanços históricos com universos distintos não foram combinados numa série. Os 306 registros do shapefile são tratados separadamente.",
    "A Via Verde é apresentada como comparação conceitual do livro, sem trajeto cartográfico, equivalência de modal ou impacto medido."
  ],
  "imageCredits": {
    "assets/pp-v64/capa.jpeg": {
      "caption": "Composição interpretativa da capa",
      "credit": "Capa do livro de Marcel Fantin e Matheus de Souza Oliveira da Veiga, 2026; comentário autoral na p.3.",
      "page": 1
    },
    "assets/pp-v64/huracan.jpeg": {
      "caption": "Figura 8 — Huracán e a cultura barrial: Parque Patricios para além da economia da inovação",
      "credit": "Fotos: Marcel Fantin, Buenos Aires, 2022.",
      "page": 63
    },
    "assets/pp-v64/santa-cruz.jpeg": {
      "caption": "Figura 10A — Casa Santa Cruz: antiga fábrica, moradia popular e disputa pelo direito de permanecer",
      "credit": "Fotos: Marcel Fantin, Buenos Aires, 2022.",
      "page": 80
    },
    "assets/pp-v64/caseros.jpeg": {
      "caption": "Figura 11A — Avenida Caseros e o nascimento de um submercado corporativo no sul portenho",
      "credit": "Fotos: Marcel Fantin, Buenos Aires, 2022.",
      "page": 91
    },
    "assets/pp-v64/caseros-edificio.jpeg": {
      "caption": "Figura 11B — Avenida Caseros e o nascimento de um submercado corporativo no sul portenho",
      "credit": "Fotos: Marcel Fantin, Buenos Aires, 2022.",
      "page": 92
    },
    "assets/pp-v64/edificio.jpeg": {
      "caption": "Figura 13 — Memória industrial convertida em produto corporativo: tijolo, vidro e valorização",
      "credit": "Foto: Marcel Fantin, Buenos Aires, 2022.",
      "page": 107
    },
    "assets/pp-v64/workplace.jpeg": {
      "caption": "Figura 14 — Workplace e experiência corporativa: bem-estar, flexibilidade e cultura empresarial",
      "credit": "Foto: Marcel Fantin, Buenos Aires, 2022.",
      "page": 114
    },
    "assets/pp-v64/pompapetriyasos.jpeg": {
      "caption": "Figura 27 — Pompapetriyasos: teatro comunitário, memória e outra ideia de criatividade",
      "credit": "Foto: Marcel Fantin, Buenos Aires, 2024.",
      "page": 244
    }
  }
}