ATLAS — INOVAÇÃO E DESINDUSTRIALIZAÇÃO NO ESTADO DE SÃO PAULO Referência da obra FANTIN, Marcel; VEIGA, Matheus de Souza Oliveira da. Territórios da inovação, territórios da perda. Parques tecnológicos, desindustrialização e complexidade produtiva no Estado de São Paulo. Edição integral corrigida fornecida pelos autores, 2026. 338 p. Conteúdo desta edição digital 246 fichas, formadas por dez municípios-sede, 34 municípios adicionais das séries históricas, oito sistemas territoriais, treze parques, catorze trajetórias empresariais e 167 acontecimentos entre 1893 e 2026. Os acontecimentos estão associados a seus lugares e remetem a páginas do livro. O inventário empresarial reúne as nove trajetórias do Anexo 2 e a ampliação para catorze do Anexo 3, com correspondência por empresa. Os 40 municípios das tabelas históricas de 1990 e 2022 têm destinos georreferenciados. Seis deles integram os dez perfis principais, e os outros 34 recebem fichas quantitativas próprias. As diferenças e variações presentes nessas fichas são cálculos do Atlas sobre os valores publicados, acompanhados da ressalva RAIS/eSocial. O painel apresenta 19 conjuntos quantitativos do livro, com as tabelas completas, unidades, datas, fontes e notas. Resultados institucionais dos parques conservam seu ano e universo de participação. O recorte de treze parques segue a seleção documental do livro. São quatro em Campinas e um em cada um dos outros nove municípios. A edição do livro registra a diferença entre essa seleção e o total de quinze parques divulgado pela rede. Emprego O conjunto comum de 2025 contém 2.189.596 vínculos formais nos dez municípios, dos quais 299.194 na indústria de transformação. A medida industrial usa divisões CNAE 2.0 de 10 a 33. Superior completo reúne graduação, mestrado e doutorado. A unidade estatística é o vínculo formal ativo no estabelecimento em 31 de dezembro. Uma pessoa pode manter mais de um vínculo. Escolaridade superior completa possui alcance diferente de ocupação em engenharia ou P&D. Participação paulista no emprego brasileiro, participação do interior no emprego paulista e participação da indústria no total municipal possuem denominadores distintos, explicitados junto dos gráficos. A mudança de captação RAIS/eSocial em 2022 acompanha a leitura dos cortes históricos. Os registros de 1990/2022 publicados por Araújo, Coto e Porto (2025) e a extração RAIS/Seade de 2022–2025 preservam seus valores e populações. O uso de ND conserva a ausência de informação documentada. Os gráficos deixam lacunas sem interpolação. Estimativas empresariais, subdivisões e efetivos de grupos com mais de uma unidade recebem identificação própria. Interpretação Complexidade tecnológica territorial acompanha as condições para pesquisar, projetar, testar, produzir, integrar, manter e transformar sistemas. É uma categoria histórico-funcional utilizada pelo livro. As fichas de capacidade distinguem encerramento, paralisação, mudança de controle, retirada de linha e recomposição. Os registros identificam o destino do emprego, das instalações, dos equipamentos e das funções tecnológicas sempre que a documentação o permite. A cronologia distingue instituição anfitriã, gestora, inauguração, projeto, início de operação e credenciamento. Datas com limite documental mantêm expressões como “até” ou “desde” utilizadas pela fonte. Os perfis e gráficos descrevem transformações e contribuições documentadas. A atribuição causal dos resultados municipais a parques exigiria identificação adicional de mecanismos e contrafactuais. O livro trabalha predominantemente com descrição e análise de contribuição. Cartografia A exportação GeoJSON contém 298 vínculos entre fichas e 71 posições cartográficas. Cada feição repete os atributos de uma ficha e acrescenta seu lugar, precisão, fonte da coordenada e relação com o registro. Um mesmo acontecimento pode envolver vários lugares. Para contar acontecimentos, conte os valores distintos de id. Para contar posições, use id_ponto. A geometria dos vínculos é Point, em WGS84, ordem longitude e latitude. O mapa explicita se a referência representa uma sede municipal, localidade ou equipamento. As sedes municipais e distritais vêm das Localidades do Brasil, IBGE, Censo 2022. As referências dos parques reaproveitam o cadastro documentado do Atlas, com a fonte institucional e a escala em cada ficha. Coordenadas atuais de equipamentos contextualizam eventos históricos e conservam essa indicação. O contorno de São Paulo e os limites dos dez municípios provêm dos arquivos oficiais SP_UF_2022 e SP_Municipios_2022 do IBGE. Foram convertidos de SIRGAS 2000 para WGS84 e simplificados em 0,002 grau com preservação da topologia de cada feição. A simplificação serve à visualização web. A camada municipal colore a participação da transformação no emprego formal municipal em 2025 em três classes, abaixo de 10%, de 10% a menos de 20%, e 20% ou mais. Os pontos dão acesso às fichas municipais e aos valores exatos. As bases de ruas provêm de OpenFreeMap/OpenStreetMap e dependem de conexão. O contexto mundial, os limites paulistas, os pontos e as fichas acompanham os arquivos locais. Arquivos paulista-indicadores-v52.json contém os 19 conjuntos, fontes, denominações, anos, notas, resultados institucionais e referências bibliográficas. paulista-fichas-v52.csv contém uma linha por ficha. A codificação é UTF-8 com BOM e o delimitador é ponto e vírgula. Os atributos extensos estão na coluna atributos_json. paulista-pontos-v52.geojson contém uma feição por vínculo ficha–lugar, com atributos, páginas e precisão. Pode ser aberto no QGIS como camada vetorial. Cada tabela quantitativa do painel também permite exportação própria em CSV. As fontes completas e as páginas da obra acompanham as fichas e as visualizações. Fontes cartográficas IBGE. Localidades do Brasil. Censo 2022. https://geoftp.ibge.gov.br/organizacao_do_territorio/estrutura_territorial/localidades/Localidades_do_Brasil/2022/ IBGE. Malha Municipal 2022. São Paulo. https://geoftp.ibge.gov.br/organizacao_do_territorio/malhas_territoriais/malhas_municipais/municipio_2022/UFs/SP/